Alho no combate a Dengue, Chikungunya e Zika vírus.DESTRÓI 14 BACTÉRIAS E COMBATE MAIS DE 20 DOENÇAS

23 junho, 2016

O alho é um dos mais poderosos remédios naturais.
Ele tem ação antibiótica, anti-inflamatória, antimicrobiana, antiasmática, antioxidante, anticancerígena, entre outras, além de ser protetor cardiovascular.

A lista de benefícios do alho é grande:
- reduz pressão alta
- previne arteriosclerose
- auxilia na dissolução de cálculos renais
- tem efeito tônico sobre pessoas enfraquecidas
- previne gripes e resfriados
- ajuda na expulsão de vermes;
- combate bronquite
- combate diarreia
- atua contra hemorroidas e varizes
- combate enfermidades dos rins e da bexiga
- fortalece a vista,
- combate dor de cabeça enxaqueca
- contribui para a perda de peso
- combate tumores, herpes e diversos problemas de pele
- combate gota e reumatismo
- trata asma e outros problemas respiratórios
- combate tosse, rouquidão e catarro
- trata problemas circulatórios, pressão alta e diabetes
Ainda não acabou.
Estudos comprovam a sua eficácia em câncer da mama e da próstata.
E pesquisas recentes identificaram que o alho possui ainda diversas propriedades, entre as quais se destacam as antimicrobianas, antineoplásicas, terapêuticas contra doenças cardiovasculares, imunoestimulantes e hipoglicemiante.
EXTERMINADOR DE BACTÉRIAS
Pasteur relatou, em 1858, a atividade antibacteriana do alho, que tem sido confirmada por diversos autores até hoje.
Em laboratório, mediante diluição em série, o extrato fresco de alho mostrou ser capaz de inibir de destruir 14 espécies de bactérias, entre as quais o Stafilococcus aureus, Klebsiella peneumoniae e Escherichia coli, que são bactérias potencialmente maléficas à saúde e causadoras de infecções.
Isso ainda se deu mesmo usando o extrato de alho diluído 128 vezes.
Uma solução de 5% preparada com alho fresco desidratado mostrou atividade bactericida contra a Salmonella typhimurium.
Isso é atribuído à alicina, o componente-chave da atividade antimicrobiana, que também é responsável pelo odor característico do alho.
A atividade antimicrobiana do alho é reduzida com sua fervura, pois a alicina praticamente desaparece durante o processamento térmico.
O alho ainda tem se mostrado ser capaz de combater a bactéria Helicobacter pylory, a maior causa de dispepsia, câncer gástrico e também de úlceras gástricas e duodenais.
Foi observado recentemente que 2g/L de extrato de alho inibe completamente o crescimento da H. pylori.
Os autores concluíram que este efeito bactericida pode contribuir para prevenir a formação de câncer gástrico.
O efeito anticancerígeno do alho parece estar ligado à estimulação da enzima hepática glutationa S-transferase, envolvida em processos de desintoxicação de muitos carcinógenos.
O que mais se destaca na composição nutricional do alho são os altos teores dos elementos zinco e selênio, metais antioxidantes.
No organismo humano, estes nutrientes são muito importantes para o sistema imunológico.
Diversos são os estudos que têm identificado baixos níveis sanguíneos tanto de selênio como de zinco em pacientes portadores de patologias como a aids, cujo sistema imunológico encontra-se gravemente debilitado.
A prescrição dietoterápica atualmente feita para tais pacientes preconiza o consumo de alho, entre outras coisas.
Há estudos que apontam uma atividade antiviral do alho.
Neste sentido, seu consumo também é indicado para casos de resfriado, gripe e nas viroses em geral.
Um estudo efetuado em duas regiões distintas da China, uma que emprega frequentemente o alho na culinária e outra que não o utiliza, mostrou que a região que usa regularmente o alho tem menores índices de mortalidade em relação à região que não utiliza o alho na alimentação.
O alho ainda possui propriedades hipoglicemiantes.
O extrato de alho reduz significantemente a glicose sanguínea.
O mecanismo provável desta atuação se deve, ao menos em parte, ao estímulo à secreção de insulina pelas células do pâncreas.
MODO DE USAR
O alho deve ser consumido cru, pois, após ser aquecido ou transformado, perde ou transforma suas propriedades benéficas.
No caso de cápsulas, a qualidade varia muito de marca para marca.
Pesquise, se optar por esta forma, muito antes de comprar.
A recomendação é de 500 a 1.000mg de óleo de alho por dia, como efeito protetor, ou de 1 a 2 dentes crus e frescos por dia, que podem ser ingeridos com água, chá ou suco.
Pode-se também tomar a água de alho, enchendo um copo de água e acrescentando um dente de alho picado.
Tome esta água aos goles durante o dia, acrescentando mais água.
Ao fim do dia, descarte o alho.
A ingestão com leite deve ser evitada, pois o leite cria muco no organismo, que depois de algum tempo será a causa de infecções e outros problemas.
O uso excessivo ou em dose elevada do alho pode causar má digestão e irritabilidade da mucosa gástrica.
Ele deve ser evitado quando se tomam drogas sintéticas.
Não devem usar o alho pessoas alérgicas a esta planta, grávidas, lactentes e crianças até 4 anos.
O alho também deve ser evitado em casos de pré e pós-operatório, pois tem efeito antiplaquetário.
Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.
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Novos casos de microcefalia crescem no Sudeste e superam Nordeste

O diretor do Departamento de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage Carmo, disse hoje (20) que, nas últimas cinco semanas, há indicativo de que o problema da microcefalia está se agravando na região Sudeste, que não só acompanhou o crescimento de casos suspeitos em relação à região Nordeste, mas a ultrapassou por uma pequena margem: 172 contra 171 bebês que podem ter microcefalia
.No acumulado de casos, o Nordeste ainda concentra cerca de 75% de bebês com o perímetro da cabeça menor que o estabelecido para a notificação de casos, que atualmente é de 32 cm. Mas o número de crianças que tem nascido com o indicativo de malformação cerebral, de acordo com Eduardo Hage Carmo, vem aumentando mais no Sudeste do que em outras localidades do país e, nas últimas semanas, já supera a região nordestina.
Rio de Janeiro e São Paulo são os Estados com maior crescimento de registros suspeitos de microcefalia. Nas últimas cinco semanas a variação foi de 46 (RJ) e 104 (SP) novos bebês notificados, enquanto no Espírito Santo e em Minas Gerais o total foi de 11 registros cada. O caso de São Paulo - o mais populoso do Brasil - ultrapassa qualquer Estado do Nordeste no mesmo período. A maior variação é de Pernambuco, com 52 novas suspeitas - metade do observado no Estado paulista.

Pico de epidemia é diferente 

Carmo deu a informação no Seminário Estadual de Vigilância e Resposta às Arboviroses e suas Complicações, iniciado hoje, no Recife. De acordo com o diretor, na região Nordeste tem havido desaleceração do registro de novos casos desde o fim do ano passado, enquanto no Sudeste, sobretudo em São Paulo e no Rio de Janeiro, o movimento é contrário.
O diretor Eduardo Hage analisa os números recentes: "Provavelmente, os casos estão relacionados ao pico de ocorrência de infeção por zika, que na região Sudeste se dá depois da região Nordeste. Enquanto na região Nordeste há um pico no primeiro semestre, até meados de junho/julho, na região Sudeste esse pico se dá entre novembro, dezembro [de 2015], janeiro e fevereiro [de 2016]. Há um período entre a ocorrência da infecção por zika e a notificação da microcefalia, que é a gestação", explica. Segundo ele, a tendência é que haja uma curva ascendente dos casos na região.
O último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde informa que, em 2016, foram 54.803 casos de zika no Sudeste, contra 51.065 na região Nordeste.
Desde que a relação entre a epidemia de zika e má-formações do sistema nervoso de bebês foi descoberta, já foram confirmados 1.581 casos de crianças nascidas com microcefalia ou alguma lesão neurológica no país. 
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Causa da Microcefalia não é Zika Vírus, foram as vacinas em gestantes; diz estudo.

02 fevereiro, 2016


Autor do estudo: Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho, PhD. Realizou estudo e assinou denúncia junto ao Ministério Público. Vale a pena conferir.
Microcefalia em Pernambuco e Brasil. Acabo de fazer uma denúncia assinada junto ao Ministério Público Federal. Ver abaixo:
Denúncia de Crime contra a população brasileira, uma sequência de erros e procedimentos grosseiros, realizados pelo Ministério da Saúde, SUS, seus institutos associados e suas autoridades constituídas, que provocaram e continuam provocando a atual crise de MICROCEFALIA (MC) em todo o Brasil. Análise mais detalhada e específica de dados e fatos referentes ao Estado de Pernambuco.
Autor: Dr. Plínio Bezerra dos Santos Filho, PhD
Pós-doutor pelas universidades americanas de Harvard, Washington University em St. Louis e North Carolina State University; Doutor pela Washington University em St. Louis; Mestre e Bacharel em Física pela UFPE; Áreas de atuação: Ressonância Magnética, com trabalhos em neurologia, próstata, Física do Estado Sólido, entre outros.

RESUMO DESTA DENÚNCIA
A crise de Microcefalia (MC) que surgiu no Estado de Pernambuco, com um pico máximo de casos em novembro de 2015, não se deve ao vírus ZIKV e nem é uma epidemia. Quatro fatos-causa principais existem e claramente explicam os dados, números de casos e períodos das notificações. 
Os dados que aqui reporto e analiso estão sob o domínio público, na imprensa e Ministério da Saúde, podendo ser verificados. Não fui permitido acesso a dados mais completos e precisos oficiais, o que, ao meu ver, tornariam esta denúncia ainda mais evidente, por recuar o pico máximo da Microcefalia em Pernambuco para trás no tempo em um mês ou mais. Me atenho ao Estado de Pernambuco, em grande parte desta denúncia, pois é o que possui dados divulgados ao público de forma mais completa e também é o marco inicial da notificação compulsória da MC no Brasil. 
Os 4 fatos-causa que explicam o comportamento temporal do gráfico que apresento são: 
A) O pico máximo do número de casos em Pernambuco corresponde a um primeiro trimestre de gestação entre janeiro e abril de 2015 com nascimentos microcefálicos. Isso deve-se à vacinação de mulheres em período fértil contra o sarampo com a vacina tríplice, que contém o virus vivo da rubéola. No Ceará, esta vacinação contra o sarampo em mulheres no período fértil com a vacina tríplice continuou até meados de abril; 
B) O alarmante número de casos, que começam a aparecer em agosto-outubro de 2015, provoca a compulsoriedade, pelo Ministério da Saúde, de notificação de Microcefalia em todo o país. A obrigatoriedade de notificação pelo Ministério da Saúde aumenta o pico e alarga a curva gráfica em torno do seu máximo; 
C) A causa que provocou o pico máximo de casos de microcefalia em novembro de 2015, nos dados para Pernambuco, fica rarefeita e é substituída, na atualidade, por um outro fato-causa que embora presente nas notificações iniciais, era pouco evidente. Em novembro de 2014, o Ministério da Saúde inclui a vacinação contra Difiteria, Tétano e Pertussis no protocolo pré-natal de gestantes no último trimestre de gestação, a partir do sexto mês de gravidez.; e 
D) O pico máximo de casos de Dengue no Estado de Pernambuco é entre 20 de março e 10 de abril de 2015 e isso requereria, por associação, desde que temos o mesmo mosquito vetor, um pico máximo no gráfico de Microcefalia entre final de dezembro e início de janeiro de 2016 e não em novembro de 2015 como tivemos. Isso, por si só, colocaria possíveis efeitos do ZIKV como causador de Microcefalia em importãncia menor e não como o principal causador da Microcefalia.
APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS GÁFICOS ANEXOS
É necessário lembrarmos que uma gravidez humana tem em média 9 meses.
O gráfico da Microcefalia em Pernambuco, notificação-a-notificação no tempo, mostra um evento com máximo em cerca de 20 novembro de 2015, curva VERMELHA; a totalidade dos casos notificados é apresentada na curva AZUL. 
As curvas são baseadas em estatística muito simples, como as usadas para análise de epidemias. O número de casos é associado ao seu instante de notificação no tempo. 

Três retângulos coloridos registram, no gráfico, regiões de interesse: 
i) O retângulo vermelho, de 20 de setembro de 2015 a 18 de janeiro de 2016, marca a região da curva com notificações de Microcefalia em Pernambuco; 
ii) Tomando-se o centro do retângulo vermelho e recuando todo este retângulo vermelho 9 meses no tempo, uma gestação, temos o retângulo violeta. O retângulo violeta corresponde à região no tempo de 1 de janeiro a 30 de abril de 2015. Um nascimento de microcefálico na curva do retângulo vermelho tem, necessariamente, um início de gestação no retângulo violeta, data em média 9 meses anterior; 
iii) O retângulo amarelo, de 8 de novembro a 31 de dezembro de 2015, corresponde à vacinação contra sarampo em Pernambuco pelo SUS. Devido possivelmente à Copa do Mundo de Futebol, muitos estados e em sua maioria no Nordeste, apresentaram sarampo em forma quase epidêmica, entre 2013 e 2014; 
iv) A curva vermelha e fina entre 15 de fevereiro e 30 de junho de 2015, com o seu máximo no início de abril, registra, para completude desta denúncia, a epidemia de Dengue em Pernambuco para 2015.
FATOS-CAUSAS, de A a D, acima:
A) VACINA TRÍPLICE: As chamadas públicas e oficiais para vacinação contra sarampo em Pernambuco, pelo Ministério da Saúde e SUS, foram de de 8 de novembro a 31 de dezembro de 2014. Isso foi devido às centenas de casos de sarampo em PE e CE. 
No Ceará, a vacinação foi estendida até meados de abril de 2015 e inclusive com visitação para vacinação a domicílio. Nas chamadas oficiais, o convite é feito para a vacinação de mulheres em período fértil contra o sarampo. Se a mulher em período fértil engravidar em até 3 meses após a vacinação ou se estiver grávida, no início da gestação e não o souber, os efeitos do Rubella Virus da vacina tríplice são devastadores ao feto e são conhecidos há décadas. Problemas encefálicos, visuais ou cardíacos no feto/recém-nascido podem ser facimente encontrados na literatura deviso à rubéola. 
O que atualmente se divulga como sendo ZIKV é facilmente associado à rubéola. E tivemos sim uma grande vacinação com a vacina tríplice em Pernambuco no final de 2014. Segundo o gráfico de Microcefalia para Pernambuco, Fig. 1, o máximo da curva corresponde e pode ser associado à vacina tríplice usada para o sarampo. A microcefalia é então o efeito colateral do componente de rubéola da vacina tríplice para Sarampo, Cachumba e Rubéola. Este erro é grotesco e houve.
É preciso, também, ter em mente que o vírus da rubéola provoca, quando não o aborto, a síndrome da rubéola congenita e a microcefalia é apenas uma manifestação da tríade clássica: microcefalia, catarata e surdez.
Ver a fala do secretário de saúde de Pernambuco na época:
Esta chamada foi feita pelas várias secretarias de saude pelo nordeste, sob recomendação do Ministério da Saúde.
Devido à vacina tríplice em mulheres no período fértil, os casos de Microcefalia vão continuar até nove meses depois do término desta vacinação, mais o período inicial de atuação desta vacina no corpo da jovem, o que nos dá um total efetivo de pelo menos 12 meses após a vacina ter sido tomada. 

Como um outro fato exemplo, aqui está uma das chamadas para vacinação de sarampo no Ceará:

OBSERVAÇÃO
Não é o caso de vacinação com a vacina tríplice em mulheres grávidas. Isso pode até ter acontecido, erro grosseiro, mas não acredito ter sido a norma. Eu me refiro às mulheres que engravidaram após se vacinarem. 

Temos as nossas grandes festas culturais de final de ano de 2014 e o carnaval de 2015. Os gráficos apontam para inicio de gravidez entre janeiro a abril de 2015 em Pernambuco. E o efeito da vacinação de rubéola dura meses e estes estariam associados ao primeiro trimestre de gestação. 
Também, não estou me referindo a vacinas vencidas ou contaminadas, neste caso da vacinação contra o sarampo com a tríplice. Afirmo que a vacinação foi efetiva e de grande alcance nos postos de saúde de Pernambuco. 
A Microcefalia que se apresenta 9, 10, 11 ou 12 meses depois de uma jovem fértil ter sido vacinada com a tríplice é devido à componente da rubéola na vacina.
EXEMPLO
Por favor, notem este possível diálogo entre uma atendente em um posto de saúde e uma mulher jovem que foi tomar vacina de sarampo:
— Vim tomar a vacina de sarampo. Um conhecido meu está com sarampo.
Você está grávida?

— Não.
A sua carteira de vacinação… etc.
A jovem engravida nos próximos 3-4 meses e temos um percentual bem alto de casos de acometimento do sistema nervoso central do feto, devido a contaminação do feto no primeiro trimestre de gestação.
Nada mais claro do que isso para explicar como é que em Pernambuco a Microcefalia aparece com números descabidos em novembro de 2015, do litoral ao sertão, ao mesmo tempo. 

A vacinação de sarampo foi oficialmente satisfatória no estado, segundo a Secretaria de Saúde Estadual.
A explosão da Microcefalia em Pernambuco provoca o próximo fato-caso: 
B), abaixo.
B) NOTIFICAÇÃO COMPUSÓRIA: O alarmante número de casos, que começam a aparecer em agosto-outubro de 2015, provoca a compulsoriedade, pelo Ministério da Saúde, de notificação de Microcefalia em todo o país. A obrigatoriedade de notificação aumenta o pico máximo da curva no gráfico e a alarga em torno do seu pico para Pernambuco. 

Aqui em Pernambuco existiam obstáculos consideráveis, mesmo para médicos, para se aprofundar nos dados de microcefalia existentes na Secretaria Estadual de Saúde. A SES recebia a Declaração de Nascido Vivo (DNV) de todo estado para digitalizar e assim centralizava os dados. Acontece que a DNV não contém o dado antropométrico de perimetro cefálico, somente peso ao nascer, idade gestacional e Índice de Apgar. 
A notificação de defeito congenito (incluindo microcefalia) ficava dependente da observação do declarante (em geral um pediatra). Portanto, a única forma fiel de acessar dados sobre microcefalia era fazer uma busca ativa nos registros das maternidades. 
Provavelmente devido a isso, o Ministério da Saúde torna compulsória a notificação de casos de microcefalia em todo o Brasil no final de outubro de 2015. Mas, não está claro neste momento se todos os estados notificam a totalidade dos seus casos. 
C) VACINA DTP APÓS SEXTO MÊS DE GESTAÇÃO: Não fosse o “erro” operacional devido à vacinação de jovens no período fértil contra sarampo no Nordeste, dificilmente saberiamos do efeito da vacina DTP que está provocando Microcefalia em todo o Brasil presentemente.
Em novembro de 2014, o Ministério da Saúde inclui a vacina dTpa contra Difiteria, Tétano e Pertussis no protocolo pré-natal de gestantes no último trimestre de gestação, i. e., a partir do sexto mês de gravidez. A causa que provocou o pico máximo de casos de microcefalia em novembro de 2015, em Pernambuco, fica rarefeita e é substituída, na atualidade, por este outro fato-causa que embora presente nas notificações iniciais, era pouco evidente. 
Em 2014, grande divulgação pública foi feita quanto à utização da vacina dTpa (o a significa acelular) como parte do protocolo pré-natal nacional de gestantes. Foi veiculado um acordo entre o MS-SUS para repasse da tecnologia de fabricação da dTpa no Brasil, com o apoio técnico do laboratório GlaxoSmithKline Pharmaceuticals (GSK). 
O instituto Butantan, que só produzia e ainda produz a DTP ou DTPw (com bactéria viva Bordetella Pertussis, da coqueluche atenuada) para o programa nacional de imunização, passaria a produzir a vacina sem a bactéria viva a vacina dTpa, usada no primeiro mundo.
 A vacina DTP deixou de ser fabricada pela maior parte das indústrias farmaceuticas do mundo. O SUS ainda usa a DTP para vacinar as crianças de 2 meses a 7 anos. Foi também anunciado, em 2014, que o Ministério da Saúde adquirira a dTpa no mercado internacional, 4 milhões de doses, ao custo de R$ 87,2 milhões, que cobririam as 2,9 milhões de gestantes e adultos em 2015, mas que progressivamente substituiria a DTP pela dTpa para todos.
O problema com a vacina DTP ou DTPw (atenuada), que parou de ser usada nos EUA em 1995, é que ela causa, entre outras patologias, a microcefalia. É aqui que aparece o problema:
 a) em meados de 2015, o Ministério da Saúde anuncia que não consegue comprar a dTpa no mercado internacional, pois está em “falta” e anuncia a sua troca pela vacina penta-valente, fabricada no Brasil pelo Instituto Butantan. 
Isso é bastante estranho, pois na rede privada de saúde do Brasil, uma gestante pode tomar, pagando, a dTpa que não se encontra em falta. 
Pergunto onde foram parar as 4 milnões de doses de dTpa para as gestantes e pessoal de saúde e que seriam usadas em 2015? 
Por que em 2105 toda e qualquer menção ao acordo de transferência de tecnologia para a produção de dTpa com a GSK somem no Brasil? 
Também, a própria vacina dTpa não é recomendada para uso em gestantes pelos laboratórios que as fabricam, e isso está escrito nas bulas destas vacinas.
D) O ZIKV: Uma causa e efeito devido ao ZIKV, necessariamente, acompanharia a epidemia causada pelo mosquito vetor. Não é o que a curva AZUL, Fig. 2, apresenta. 
Neste momento, e desde após o pico em Pernambuco, a curva tende a uma constante de casos por dia, o que requer, em qualquer estudo de epidemias, uma causa diária constante de contaminação. 
O mosquito vetor, Aedes Aegypti, é o mesmo para Febre Amarela, Dengue, Chikungunya e ZIKV. É razoável considerar, ao menos em primeira ordem, que o período de uma epidemia de dengue estaria associada a uma epidemia de ZIKV no tempo. É o mesmo mosquito. O período de incubação da dengue no homem varia de 4 a 10 dias, sendo em média de 5 a 6 dias; após este período surgem os sintomas de dengue; para o ZIKV isso está em estudo no momento. Mas o número de casos por dia é muito alto e se apresenta como uma constante, uma média de 15 casos dia desde o final de novembro de 2015. 
A causa de efeito constante, os casos de microcefalia, requer uma contaminação constante. A VACINA DTP, a versão usada pelo MS-SUS é esta causa, pois todas as grávidas devem se vacinar após o sexto mês de gestação. Temos aqui uma constante que não existia antes de novembro de 2014 e isso explica o porque de todo o Brasil est´å apresentando casos de microcefalia.
Para ZIKV a curva estaria aumentando, acompanhando o aumento do aedes, como temos na propaganda oficial massiça neste momento. Mas o comportamento do gráfico requer uma causa CONSTANTE! A dengue em Pernambuco foi entre 15 de fevereiro ao final de abril. Isso significaria, se fosse o ZIKV, que é o mesmo aedes da dengue, uma grande contaminação neste período. Acontece que isso deslocaria a curva da microcefalia para meados de janeiro de 2016 e esta não seria em novembro de 2015! 
O pico da dengue que está em 15 de abril, provocaria uma região de casos centrados em 15 de janeiro como temos aqui!
Dengue em PE 2015

Questiono, também, um dos marcadores usados para a identificação do ZIKV, o IgG, que aparece em contaminações pela rubéola/rubella, o que o torna inespecífico, exigindo, assim, uma procura pelo DNA do ZIKV, ou um marcador específico e único, para validar os testes de presença do ZIKV nas amostras provenientes de bebês com microcefalia.
CONCLUSÃO
Pelo que demonstro, as causas que provocaram e provocam o grande número de casos de microcefalia em Pernambuco estão associadas a 2 vacinas: 

a) a vacina tríplice erroneamente administrada a jovens no período fértil e b) a vacina usada para coqueluche no Brasil pelo MS-SUS. Pernambuco teve, acredito, 60 municípios com sarampo em 2014. Foi recomendação oficial da Secretaria de Saúde do estado de Pernambuco que a vacinação de sarampo fosse feita em toda a população vunerável nestes municípios e em quem teve algum contato com os acometidos nestes municípios. Só esta constatação explica porque a microcefalia aparece por todo o estado de Pernambuco ao mesmo tempo. Mas isso é somente o pico máximo inicial da curva de microcefalia para PE. A largura do pico tem a ver com a notificação se tornar compusória. As notificações atuais não mais tem a ver com a vacina tríplice. O estado atual de 15 casos por dia de microcefalia em Pernambuco está relacionado com a vacina DTP, DTPw (e suas outras siglas) para difiteria, tétano e pertussis, administrada a “todas” as grávidas a partir do sexto mês de gravidez.
RECOMENDAÇÕES
Parar toda e qualquer vacinação de grávidas ou jovens no período fértil em todo o Brasil!
É muito fácil verificar o que apresento aqui: 
1) Basta analisar as carteiras de vacinação das mães com crianças com microcefalia, por exemplo;
2) Fazer o cruzamento dos dados do posto de vacinação municipal, nos 60 municipios de PE com a ocorrência de microcefalia com a vacinação de sarampo;

3) Com dados oficiais completos, todo e qualquer estado da federação pode ter curvas de causa-efeito plotadas para microcefalia;
4) Apurar as responsabilidades de todas as instituições e suas autoridades, nas pessoas dos seus representantes contituídos, pelos erros e procedimentos que estão provocando este grande número de casos de microcefalia em todo o País; e
5) Acabar com esta aparente farça que pretende singularizar o ZIKV pelos casos de microcefalia no País, quando temos duas causas gritantes que explicam o porque da quantodade absurda de casos de microcefalia no Brasil.
OBSERVAÇÃO FINAL

Me coloco à disposição do MPF para maiores esclarecimentos e para a transferência da grande quantidade de documentos, matérias e artigos científicos que pesquisei, para auxiliar as investigações.
22 de janeiro de 2016.
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MP dá prazo para que UPAs de Pernambuco melhorem atendimento

14 janeiro, 2016

Unidades estão superlotadas por causa do aumento do número de casos de dengue.

O Ministério Público de Pernambuco deu um prazo de um mês para que as Unidades de Pronto Atendimento do interior do estado encontrem soluções para melhorar o atendimento aos pacientes. As unidades estão superlotadas por causa do aumento do número de casos de dengue.
Uma cena que se repete a todo instante. Os carros estacionam e as pessoas saem com os passos lentos e sintomas semelhantes.   

É o que acontece diariamente nas Unidades de Saúde de Pernambuco, o estado nordestino que mais registrou casos de dengue no ano passado. Foram 50.036, crescimento de 622% em relação a 2014.E 2016 começou com emergências lotadas.

Em Pesqueira, no agreste de Pernambuco, o maior hospital da cidade costumava receber 170 pessoas por dia. Agora são 220.
Em Caruaru, maior cidade do interior de Pernambuco, as unidades de saúde estão lotadas. Em um hospital municipal, nos últimos meses a média de atendimentos dobrou. Passou de 100 para 200 por dia. Na UPA municipal, a população se queixa da falta de médicos.
“Só tem um médico atendendo não sei quantas pessoas”, reclama uma mulher.
A responsável pelas unidades diz que vai contratar para atender o aumento do npumero de casos de dengue.
“Na próxima semana nós estamos contratando médicos, clínicos gerais para dar reforço nesses plantões de 12 horas por dia”, afirma Ana Elisabete França.
Um vídeo mostra a superlotação na UPA estadual.
O Ministério Público de Pernambuco entrou no caso. Para os promotores de Justiça, a situação mais crítica é a das unidades de pronto-atendimento. Eles acreditam que as medidas emergenciais tomadas foram importantes, mas insuficientes e deram um prazo para os gestores dessas unidades tracem um plano de combate a superlotação
"Não é razoável uma pessoa chegar de manhã e sair à noite de um atendimento e a gente precisa que o estado e o município apresentem medidas emergenciais uma vez que estamos vivendo uma situação de urgência”, comenta o promotor de Justiça Paulo Augusto Freitas.
A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco declarou que a unidade de pronto atendimento de Caruaru está funcionando com o quadro profissional completo.
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Zika avança em Pernambuco

07 janeiro, 2016

Em 15 dias, virose relacionada aos casos de microcefalia e Guillain-Barré teve alta de 481% nas notificações


Os casos suspeitos de zika, vírus que está sendo relacionado à microcefalia e à Síndrome de Guillian-Barré, avançam em Pernambuco. Até o dia 22 de dezembro, eram 172 casos em 31 municípios. Agora, 15 dias depois, as notificações chegam a mil em nove regionais de saúde que se espalham pela Região Metropolitana, Mata, Agreste e Sertão. O aumento chega a 481%. Os casos suspeitos de chikungunya também aumentaram nesse mesmo período, com alta de 45%. Já são 2,5 mil pernambucanos com sintomas dessa enfermidade. Nesse mesmo tempo, tiveram mais 4,6 mil notificações de dengue (3% a mais, passando de 136 mil para 140,8 mil).

Apesar dos números apontarem para uma possível epidemia combinada de zika, dengue e chikungunya, a coordenadora de arboviroses da Secretaria Estadual de Saúde (SES), Claudenice Pontes, avalia que é preciso investigar melhor essa hipótese. No entanto, é certo que o Estado vive um surto viral caracterizado por manchas vermelhas no corpo. “Estamos com evidência de uma epidemia de doença exantemática. O que vai definir isso são as confirmações dos casos após uma investigação. Não podemos dizer que há epidemia somente pelos casos suspeitos. Caso suspeito serve para nortear as ações”, disse.
Enquanto isso, as confirmações laboratoriais tendem a demorar, principalmente, em relação ao zika, que ainda não tem teste sorológico específico - o exame de biologia molecular (PCR) que identifica o vírus ainda não está sendo realizado em Pernambuco. Com relação à dengue, dos 140,8 mil casos suspeitos, 50 mil foram atestados. De chikungunya, dos 2,5 mil notificados até agora, 446 foram confirmados.
Claudenice Pontes destacou, ainda, que o aumento de notificações para as três doenças significa uma maior sensibilização da vigilância dos municípios. Contudo, ainda não está claro o mapa de distribuição e prevalência de uma arbovirose a outra. “No início da doença é muito difícil saber se a pessoa está com chikungunya ou zika, pois elas são muito parecidas. Há edema. Há exantema. Então, estão notificando para as duas coisas e deve ser assim mesmo”, explicou.
COMBATE - Em um cenário no qual circulam quatros tipo de dengue além de zika e chikungunya, todos com o Aedes como vetor de transmissão, as ações de combate ao avanço das doenças se concentram no mosquito. Pernambuco tem 61 municípios em risco de surto e 70 em alerta.
Microcefalia: quarto óbito no Estado
Mais um óbito de bebê suspeito de microcefalia foi registrado em Pernambuco nesta semana. Agora são quatro mortes em investigação. O caso mais recente foi de uma menina, no dia 23 de dezembro, na cidade de Ipojuca. Ela nasceu com 40 semanas e morreu pouco depois. Além dela, os outros óbitos foram de natimortos no Recife e São Lourenço da Mata. No boletim divulgado pela SES, ontem, os bebês suspeitos de microcefalia já são 1.185, alta de 15% em 15 dias. Já no País, as notificações chegaram a 3.174, em 684 municípios de 21 unidades da federação.
O percentual de novos casos notificados de microcefalia tem desacelerado nas últimas semanas. “Há uma redução na velocidade de aumento. Isso já era até esperado”, comentou o diretor de Controle de Doenças e Agravos da SES, George Dimech. Segundo ele, isso reflete uma sazonalidade do zika vírus, que teve picos maiores no início de 2015. “Como o evento está relacionado ao zika e os casos do vírus no período de seis a nove meses atrás diminuíram, diminui também a incidência de microcefalia (agora)”, completou.
Um dado de destaque no boletim estadual foi o salto de gestantes que apresentaram exantema e estão sendo acompanhadas para verificar a possível ocorrência de microcefalia no feto. Entre 2 e 20 de dezembro, eram 155 grávidas. Ontem o número subiu para 349 gestantes. As confirmações da malformação do bebê intraútero se mantiveram em quatro delas.
AMAZONAS - Pela primeira vez, está sendo investigado um caso da malformação no estado do Amazonas. No País, também estão em investigação 38 óbitos de bebês com microcefalia possivelmente relacionados ao vírus zika. Pernambuco continua a encabeçar a lista de bebês suspeitos da anomalia, sendo seguido pela Paraíba (504), Bahia (312), Rio Grande do Norte (169), Sergipe (146), Ceará (134), Alagoas (139), Mato Grosso (123) e Rio de Janeiro (118).
06/01/2016 08:33 - Renata Coutinho, da Folha de Pernambuco
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Exames para detecção de dengue e chikungunya passam a ter cobertura obrigatória

05 janeiro, 2016

A partir de hoje (2), operadoras de planos de saúde em todo o país serão obrigadas a oferecer cobertura para o teste rápido de dengue e a sorologia para febre chikungunya. Além dos dois exames laboratoriais, outros procedimentos foram adicionados ao rol pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
A entidade destacou que o diagnóstico do vírus Zika, recém-chegado ao Brasil e também transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, pode ser presumido pela exclusão da dengue e da febre chikungunya e pelo acompanhamento dos sintomas clínicos da doença.
“A ANS está alinhada ao Ministério da Saúde nas ações para prevenção e combate aoAedes aegypti. No nosso site, a população pode obter maiores informações sobre a prevenção dessas doenças”, informou a gerente-geral de Regulação Assistencial da ANS, Raquel Lisbôa.
O rol de procedimentos da ANS consiste em uma lista de cobertura obrigatória por planos de saúde, baseada em doenças classificadas pela Organização Mundial da Saúde. O índice é revisado a cada dois anos com base em critérios técnicos para inclusão de novos tratamentos.


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Transmissão do zika vírus deve piorar no verão, diz ministro da Saúde

03 dezembro, 2015

O ministro da Saúde, Marcelo Castro, afirmou nesta quarta-feira (2) que a expectativa dos epidemiologistas da pasta é que o zika vírus “se espalhe para outros estados” brasileiros e que o número de casos deve se multiplicar com a chegada do verão. A estação marca o pico de proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença.



A declaração foi dada em uma cerimônia da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), que entregou um certificado de eliminação da rubéola no Brasil ao ministro. Além do zika vírus, o mosquito também transmite a dengue e a febre chikungunya.
"Há um crescimento vertiginoso da população de mosquitos na época do verão. Principalmente, do mês de fevereiro em diante. Fevereiro e março são os meses que a população do mosquito cresce exponencialmente. Então o momento agora é um momento basal”, disse Castro.
De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde, divulgado em novembro, o zika vírus já foi identificado no Distrito Federal e em 14 estados: Roraima, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Paraná.
"A expectativa é de que o vírus se espalhe para os outros estados e se espalhe até para os outros países” afirmou o ministro. “Por isso, a gente precisa fazer uma ação muito efetiva para combater ao máximo o mosquito”, completou.
O ministro disse ainda que o combate ao mosquito deve ser intensificado até o próximo dia 21, data que marca o início oficial do verão. “O momento, agora, é de menor número da população dos mosquitos. Então é agora que nós temos que agir. Sobretudo, agora no mês de dezembro e no mês de janeiro, destruindo todo o potencial dos criadouros de mosquito."
Alerta a grávidas
O ministro da Saúde também reforçou nesta quarta a recomendação para que mulheres grávidas tomem cuidado extra com o Aedes aegypti. "As gestantes precisam se cuidar muito, colocar telas em todas as casas", declarou.

Na terça (1°), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Opas emitiram um alerta mundial sobre a epidemia de zika vírus. No comunicado, a OMS reconheceu, pela primeira vez em documento oficial, que existe uma relação entre o zika e os casos de microcefalia.

Além disso, as organizações pedem que os países-membros da Opas estabeleçam capacidade de diagnóstico da doença e que reforcem o atendimento pré-natal e neurológico para um eventual aumento no número de casos.
Segundo a OMS, no Nordeste brasileiro, os casos de microcefalia cresceram 20 vezes na comparação dos anos de 2014 e 2015. Em novembro deste ano, o Ministério da Saúde declarou estado de emergência em saúde pública no Brasil por causa do aumento dos casos de microcefalia na região, especialmente no estado de Pernambuco.
Microcefalia
A microcefalia é uma condição rara em que o bebê nasce com um crânio de um tamanho menor do que o normal – com perímetro inferior ou igual a 33 centímetros. A condição normal é de que o crânio tenha um perímetro de pelo menos 34 centímetros. Essas medidas, no entanto, valem apenas para bebês nascidos após nove meses de gestação, e não são referência para prematuros.

Na maior parte dos casos, a microcefalia é causada por infecções adquiridas pelas gestantes, especialmente no primeiro trimestre de gravidez – que é quando o cérebro do bebê está sendo formado.
Outros possíveis causadores da microcefalia são o consumo excessivo de álcool e drogas ao longo da gestação e o desenvolvimento de síndromes genéticas, como a síndrome de Down.
Número de casos notificados com suspeita de microcefalia por estado até segunda (30):
Pernambuco - 646
Paraíba - 248
Rio Grande do Norte - 79
Sergipe - 77
Alagoas - 59
Bahia - 37
Piauí - 36
Ceará - 25
Rio de Janeiro - 13
Tocantins - 12
Maranhão - 12
Goiás - 2
Mato Grosso do Sul - 1
Distrito Federal - 1
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